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 Um Novo Futuro

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misao_chan



Mensagens : 33
Data de inscrição : 18/01/2013
Idade : 32

MensagemAssunto: Um Novo Futuro   Sex Jan 18, 2013 9:28 pm

Título: Um novo Futuro
Rating: Para todas a idades
Disclaimer: A história é da minha autoria mas todos os nomes presentes nesta Fanfic pertencem à criadora de Saior Moon, Naoko Takeuchi.
Nota: Os nomes das personagens estão todas na forma original.



Índice:
Prólogo - Página 1
Capítulo I - Página 1
~ Estranhos Reecontros ~ Parte I
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Prólogo:

Dois anos passaram desde daquela que julgavam ser a última batalha das suas vidas. Cada uma seguira as suas vidas, os seus sonhos e os seus ideais.
Algo misterioso estava prestes acontecer. Inimigo? Nada o indiciava tal. As consequências das inúmeras batalhas entre bem o mal poderiam ser fatais para o equilibro do universo.
Num reino distante duas pessoas falavam numa sala ampla em tons amarelados, cheia de tapeçarias luxosas, cadeirões forrados com o melhor material existente, candeeiros e mesas que reluziam e deslumbravam aquele local.
Sentados em volta de uma mesa, também de cristal, estavam dois homens esbeltos de excelente porte físico. Um deles era moreno de cabelos compridos e lisos, usava um fato azul com vários adornos doirados no lado direito de sua camisa. O outro tinha cabelos da cor do sol e olhos da cor do mar. Usava um fato preto com uma capa dourada presa nos seus ombros.
Ambos falavam de um estranho acontecimento que poderia provocar a destruição do universo.

- Já falta pouco e nada podemos fazer para combater – Dissera o moreno
- Nem poderíamos fazer majestade – Respondera o loiro
- Aquelas malditas navegantes – Dissera entre dentes
- Apenas defenderam o seu planeta e no fundo também defenderam o nosso reino e todo o universo.
- Mas não pensaram nas consequências que as batalhas poderiam trazer ao mundo. Inconsciência.

Pelos amplos corredores do palácio, uma mulher imponente de cabelos pretos caminhava apressadamente em direcção àquela sala. Lá dentro ambos pareciam estar à espera daquela presença feminina. Bateu a porta.

- Entre.
- Com licença.
- O que trazes?
- Más notícias tanto do futuro como do presente.
- Quais são?
- A rainha da lua está muito mal.
- O que isso tem a ver com o que se está a passar?
- Tem muito a ver. O presente e o futuro estão ligados entre si através de duas pessoas: O rei Endymion e a rainha Serenity que são nada mais nada menos que Mamorou Chiba e Usagi Tsukino no presente. Se algo acontecer a algum deles quer no presente quer no futuro todo o equilíbrio desparecerá e todo o universo ficará perdido no vácuo.
- Essa tal de Usagi é uma das navegantes?
- Correcto. É a navegante da lua.
- A causadora de todo o caos! Merecedora de sofrimento. Diz-me, existe alguma coisa que possa parar a destruição?
- Sim.
O moreno, que anteriormente estava de costas para a figura feminina, olhava agora atentamente para ela.
- Conta.
- Se unirmos os três cristais podemos evitar que todos os planetas e seres sejam destruídos.
- Unir o nosso cristal? Nunca. Não ouso unir o nosso cristal a traidores.
- É a única maneira de salvar tudo, todo o universo! Já temos pouco tempo majestade.
- Não.
- Por favor pense na sua querida mulher. O quanto ela gostaria que vossa majestade se esforçar-se para salvar o seu reino, O NOSSO REINO! Pense na sua querida filha, a nossa querida menina, o esplendor de todo o reino.
- Muito bem. Tem o meu aval – Dissera enquanto olhava para o retracto que mandara pintar horas antes da morte da sua esposa.
*

O céu ficara escuro e carregado como se de uma tempestade se tratasse. Tudo parou naquele instante. Nas ruas as pessoas, os carros pareciam congelados. Nada os fazia mexer. No alto de um prédio três figuras imponentes apareciam. Nas mãos traziam três jóias belas. Levantaram as mãos em direcção ao céu. Os cristais brilhavam veemente. Os três cristais saíram das mãos, e formando um poderoso cristal, dirigiram-se para longe nos céus. Uma luz tapou todo o universo tocando em todos os seres. O que terá acontecido? Não se sabe. Pensa-se que todos terão reencarnado numa nova vida.

Se tiverem alguma coisa para apontar ou dar sugestões/dicas para melhorar digam sem problemas. Todas as vossas opiniões serão bem vindas ^^
A segunda parte de estranhos reencontros vai ser escrita e brevemente estará aqui para vós ^^
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misao_chan



Mensagens : 33
Data de inscrição : 18/01/2013
Idade : 32

MensagemAssunto: Re: Um Novo Futuro   Sex Jan 18, 2013 10:13 pm

Capítulo I
~ Estranhos Reencontros – Parte I ~

O dia nascera calmo e sereno. A brisa, característica das manhãs de Setembro, fazia dançar os ramos, já despidos, das árvores nos parques e nas avenidas daquele local sossegado. As primeiras pessoas começavam a circular na avenida principal. Umas preparavam-se para mais um dia de trabalho, outras preparavam-se para deixar as suas crianças nas escolas antes de se dirigirem para o seu emprego e outros tantos jovens preparavam-se para o seu primeiro dia de aulas.
Depressa, a avenida que há poucas horas estava silenciosa estava agora num turbilhão de sons.
Não muito longe da principal avenida havia um bairro bastante acolhedor. Nesse bairro vivia uma rapariga dócil, de cabelos lisos e louros que brilhavam como sol num dia de primavera, os seus olhos azuis-claros faziam lembrar o mar a quem se atrevesse a olhar para eles. Na casa ao lado vivia a sua melhor amiga, a sua amiga de infância. Os seus cabelos eram lisos e sedosos, presos numa trança, os seus olhos verde limão faziam delirar os rapazes e fazia inveja a outras colegas da escola.
A rapariga morena saiu de casa e de dirigiu-se à casa da rapariga loira. Tocou à campainha e a rapariga de cabelos loiros abriu-lhe a porta.
- Bom dia! – Dissera a morena alegremente.
- Bom dia… Aya-chan. Como podes ter essa energia logo pela manhã? – Perguntara a loira enquanto bocejava.
- Usa-chan… porque é de manhã que se começa o dia. E eu tenho de estar preparada para este ano conseguir uma boa média. Sabes que quanto melhor for a média no primeiro período melhor será no final do terceiro período. – Dissera a morena. - Sabes bem que tenho o sonho de ser médica e de ter uma clínica só minha e por isso preciso de tirar boas notas. Quero ser a melhor da escola.
- Herr….pois… Mas Aya-chan ainda é o primeiro dia.
- Se quero tirar as melhores notas tenho de perceber como o professor se comporta e ensina e isso só no primeiro dia. Usa-chan, já pensaste no que queres tirar quando acabarmos o secundário?
- Humm… quero ser professora… É isso quero ser professora! – Dissera a loira enquanto forçava um sorriso.
- E queres ser professora de quê? – Perguntara.
- De Matemática. – Dissera Usagi. Ela sabia que não tinha hipóteses de ensinar uma disciplina na qual ela odiava e ainda por cima tinha más notas, ou tivera até então. A sua amiga riu-se pois, sabia que esse sonho era um pouco impossível. No entanto, Aya sabia que Usagi Tsukino era determinada, lutava sempre para conseguir aquilo que queria e como tal Aya dava a força necessária para que a sua amiga prosseguisse o seu maior sonho.
A distância que ambas tinham de percorrer parecia longa apesar de apenas ficarem a quinze minutos do destino. Mas algo despertara o interesse de Usagi Tsukino, mas mais do que tudo que lhe interessava, despertara-lhe um arrepio forte. Arrepio que percorria todo o seu corpo. Sentimentos confusos despoletaram na sua mente quando o rapaz mais popular da escola lhe olhara com os seus olhos azuis-escuros. Usagi tinha a sensação que o conhecia de algum lado, que noutros tempos o vira, que o amava. Tudo isso fora esquecido quando a sua amiga e a namorada de Mamorou Chiba os chamaram à terra.
- Usa-chan, que se passou? – Dissera preocupada.
- Não foi nada. – Dissera esboçando um sorriso. – Olha, está ali o Umino-kun e a Naru-chan!
*
Não muito longe daquele quarteto encontrava-se o grupo mais popular e invejado da escola. Uma rapariga alta, esbelta de cabelos pretos arroxeados e de olhos púrpura falara para o seu namorado num tom ciumento.
- Quem era aquela miúda?
- Não sei.
- Se não sabes porque é que olhaste para ela? Achas que é mais gira e perfeita do que eu?
- Longe disso, Rey! Sabes bem que não ninguém mais perfeito do que tu!
- Se não é isso, porque é que olhaste para ela?
- Não sei. Quando a vi senti um arrepio a percorrer todo o meu corpo, como se a conhecesse, como se a tivesse visto noutra vida. Senti uma pontada forte no meu coração, como se eu amasse ou a tivesse amado numa outra vida. Pode parecer estúpido mas foi o que senti quando vi os seus longos cabelos loiros a iluminar o dia e vi o mar nos seus olhos azuis-claros.
Rey estava confusa e ao mesmo tempo aparvalhada. Como poderia ele olhar para alguém tão parvo quanto aquela que estava à sua frente. Sabia bem que ele, Mamorou, jamais iria ter alguém ou encontrar alguém melhor e mais perfeita do que Rey Hino. No entanto, a morena escondera, entre ciúmes e raiva, o sentimento que realmente sentira quando vira a loira. Rey sentira que conhecia, assim como, o seu namorado, aquela rapariga. Um arrepio percorrera, igualmente, o seu corpo. Um sentimento forte, que ela sentira, mas que à viva força queria ignorar devido ao seu grande orgulho e à sua grande altivez.
Uma presença feminina aproximava-se sem Rey dar por isso. Preocupada com amiga dissera:
- Rey que se passa?
- Não foi nada.
- Tens a certeza?
- Tenho. Diz-me uma coisa achas que devo-me preocupar com aquela ali? – Dissera enquanto apontava para Usagi.
- Ah ah ah ah- Rira-se a rapariga de cabelos verdes curtos – Não precisas de te preocupar com nada… Ela não chega aos teus pés. Para além disso, Mamorou só tem olhos para ti.
- Sim Petz. – Assentira a morena. – Tens razão.
*
Som da campainha estridente da escola tocara para o primeiro dia de aulas de mais um ano lectivo que agora começava. Os corredores estavam entulhados de jovens à procura da sua sala, outros que estavam à espera dos professores. O silêncio invadia cada metro, cada quanto daquele corredor. Há medida que o grupo popular caminhava pelo corredor, os jovens e as jovens suspiravam. As namoradas ciumentas há medida que apressavam juntamente com os rapazes, apertavam os braços dos amados e fuzilavam cada moça apaixonada que se atrevesse a dirigir aos seus homens.
Depressa chegaram onde a turma de Usagi iria ter aulas. Mamorou, mais uma vez não conseguira evitar olhar para aquela rapariga fascinante. Novamente sentira os mesmos sentimentos que sentira de manhã. Aquele arrepio, aquela facada sentida no seu coração tinham voltado. Usagi, que até agora ainda não tinha reparado na presença masculina, apercebera-se, que ele, olhara fixamente. Ela partilhava dos mesmos sentimentos que Mamorou. O arrepio, a facada e a sensação que o conhecia de algum lugar não a deixava, perseguia-a para todo o sítio onde os seus olhos se cruzavam. O momento de admiração de ambas as partes fora quebrado por Rey.
- Olha miúda! Estou-te avisar! Não te metas com ele! Senão….
Uma voz feminina, que entretanto aparecera por de trás de Rey, não deixara Usagi proferir nenhuma palavra. A voz feminina riu-se e disse:
- Se não o quê Rey? Bates na rapariga? Tens coragem para isso?
- Quem és tu? – Dissera a fogosa rapariga – Não…Tenho medo de miúdas do oitavo grau. Para salvar a minha relação faço tudo e para isso não me falta coragem. Se for preciso bato nela!
- Ah! Ah! Ah! – Rira-se a rapariga de cabelos castanhos presos num rabo-de-cavalo. – Olha, Rey, eu pensava que tu tinhas, era medo de estragar as unhas. Ainda me lembro daquela vez que bateste com dedo, partiste a unha e desataste aos gritos!
- Como te atreves? – Disse indignada.
- Como me atrevo? Isso pergunto eu a ti! – Dissera apontando o dedo a Rey – Como te atreves a ameaçar alguém? Sabes…
Do nada, uma voz forte masculina aparecera. Interrompendo o discurso da rapariga resmungou:
- Que se passa aqui?!
Todos os alunos ficaram em sentido. O professor de cabelos vermelhos tinha fama de ser rude e bruto. Os alunos respeitavam aquele professor. Tinha receio do que poderia acontecer caso resolvessem responder ao professor de Matemática, o mais certo seria castigo depois das aulas. Apesar rude e um pouco abrutalhado, era um homem com charme e um corpo bem definido. O seu cabelo curto espetado dava um ar bem mais jovial do que aquilo que aparentava ter, os seus olhos cor de chocolate cativava as pessoas, embora o seu orgulho obrigasse a esconder toda a sua bondade e doçura por debaixo de uma capa que transmitia rudeza e frieza perante os seus alunos e colegas de trabalho. Apenas mostrava o seu lado romântico a uma pessoa e só pessoa.
- A menina é desta turma? Como se chama?
- Sim professor. – Assentira a rapariga - O meu nome é Makoto Kino.
- Muito bem. – Dissera altivamente - Vou deixar passar este desaforo. Mas que não se repita, estamos entendidos?
- Sim.
- Pode entrar dentro da sala. – Dissera enquanto se dirigia para Rey – A menina a que ano pertence?
- Décimo.
- Não devia estar a ter aulas neste momento? – Inquiria Koji
- Sim professor mas elas…
- Desapareça. O que me tiver de contar conte ao seu diretor de turma.
Rey juntamente com o resto do grupo desaparecera naquele corredor que parecia não ter fim.
- Muito Bem. Sentem-se. Sou muito claro, exijo respeito e muito silêncio. Enquanto eu estiver a falar, ninguém mas ninguém se atreve a falar. Entendidos?
- Sim. – Disseram alunos em uníssono
O professor Koji, entretanto chamara a rapariga de cabelos castanhos para se apresentar à turma. Makoto, depois de subir ao pequeno estrado de madeira clara, repara num doce rapaz loiro de olhos azuis que estava nas últimas carteiras da sala. Após se apresentar Makoto dirigiu-se às penúltimas carteiras e sentou-se ao pé do rapaz loiro.
- Olá. – Dissera sorridente.
Não obtivera resposta. Simplesmente tinha sido ignorada, o que a deixara terrivelmente irritada. Enquanto a aula decorria, Makoto não conseguia deixar de pensar no que sentira quando esteve frente-a-frente com Rey, Mamorou e Usagi. Todos aqueles calafrios que sentiram eram semelhantes ao que os outros tinham sentido.
Ela sentia que tinha de proteger alguém mas quem? Essa era a questão que teimava em não sair da cabeça da rapariga. Mas proteger quem? Makoto não conhecia aquela rapariga nem ninguém. Afinal de contas era nova naquela escola. O tempo foi avançando aos poucos e poucos e o momento mais esperado chegou: o toque da campainha. Rapidamente os corredores se encheram de grupos e grupinhos. O que parecia que estava morto e frio estava novamente vivo e cheio de calor humano. O grupo de Usagi caminhava calmamente em direção ao bar da escola, quando Usagi repara que Makoto se encontrava sozinha e aparentemente triste.
Usagi sempre fora bondosa e dócil. O que mais detestava era ver alguém sozinho e triste num canto e como tal era capaz de deixar o grupo onde estava inserida para se juntar à pessoa sozinha, independentemente do preço a apagar pelas suas ações tão afáveis. Aya e Naru insistiam para que Usagi não cometesse nenhum risco desnecessário, mas nada do que pudessem dizer faria com que Usagi mudasse de ideias. Acreditava que seguir o seu coração sempre fora o melhor para resolver problemas, aliás quase todos os seus problemas, e raramente se enganava. O seu olhar carinhoso conquistava até a pessoa mais odiosa e maldosa. Dirigiu-se até à sua colega.
- Olá! – Cumprimentava a loira. – Chamo-me Usagi Tsukino. És a Makoto certo? Muito prazer.
Usagi estendera-lhe a mão sorrindo. Makoto ao ver o gesto carinhoso e a coragem que ela tivera em falar com ela retribuiu também com um sorriso.
- Muito prazer. Sim o meu nome é Makoto Kino.
- Que estás aqui a fazer sozinha? – Questionara a loira.
- Estou aqui porque ninguém gosta de estar ao pé de mim. Agora todos têm medo de mim porque foi lançado o boato de que eu batia em toda a gente. Não tenho bom feitio nem nunca o tive e não é agora que ele vai mudar para melhor. Apenas peço que me deem uma oportunidade para mostrar o quanto eu consigo ser bondosa e amiga para os outros.
- Eu dou-te essa oportunidade. Quero ser tua amiga mako-chan.
- Obrigada usa-chan – Dissera enquanto retribuía com um sorriso doce.
- Deixa-me apresentar as minhas melhores amigas. Aya-chan e Naru-chan.
- Muito prazer. – Disseram, desconfiadas, as duas raparigas.
*
A alguma distância dali existia uma grande mansão. Situada numa falésia com vista para o mar vivia um quarteto composto por quatro mulheres. Uma das mulheres era alta, tinha cabelo curto e loiro e tinha olhos azuis, na maioria das vezes era confundida com um rapaz devido a sua maneira de se vestir. A sua companheira e amada, tinha uma silhueta feminina, o seu cabelo azul-marinho dava-lhe um certo charme e uma beldade única. A terceira mulher era alta como a loira, tinha cabelos pretos esverdeados, compridos e presos no alto da cabeça. Vivia ali uma quarta pessoa juntamente com o seu pai. Tratava-se uma criança. Tinha apenas dez anos.
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